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Mitos e verdades sobre a calvície

A Sociedade Brasileira para Estudo de Cabelo (SBEC) estima que a calvície atinja 10% dos homens com idade entre 20 e 30 anos e que, de cada dez homens com menos de 70 anos, oito apresentem predisposição como fator hereditário. De acordo com a SBEC, 42 milhões de brasileiros são afetados pela perda capilar.

Um estudo feito pela Organização Mundial de Saúde (OMS) avalia que metade da população masculina do planeta terá algum grau de disfunção até os 50 anos. A causa é atribuída a testosterona, hormônio sexual masculino, a maior responsável pela queda do cabelo, conforme explicou a OMS.

A calvície é mais significativa no homem porque eles possuem mais hormônios masculinos e receptores no couro cabeludo se comparado com as mulheres. Embora as mulheres estejam menos propensas a queda de cabelo, a SBEC alerta que é bom levar em consideração o estresse e outros fatores externos que contribuem com a diminuição de fios nelas.

Confira abaixo os mitos e verdades sobre a calvície:
(fonte: Portal Uol)

 

  1. Calvície atinge mais homens que mulheres?

Verdade. O processo de afinamento e queda de cabelo causado por genes e hormônios atinge quase 50% dos homens e apenas 5% das mulheres.

 

  1. Xampus antiqueda são eficazes no combate à calvície?

    Mito. Os xampus favorecem as condições do couro cabeludo, mas não agem especificamente no crescimento dos fios.

 

  1. Uso de máscara hidratante é eficiente para nutrir o cabelo e minimizar a queda?

    Mito. As máscaras são produtos cosméticos que hidratam os fios e recuperam sua maleabilidade, mas não têm o poder para atuar na queda em si. Em outras palavras, beneficiam a aparência, apenas isso.

 

  1. A calvície é provocada por fatores genéticos?

    Verdade. Primeiro é preciso diferenciar calvície de queda. A primeira tem origem genética, enquanto a segunda é um problema multifatorial, ou seja, iniciado por várias condições como hormônios, fumo, álcool, sono de baixa qualidade, estresse, excesso de processos químicos como tinturas, descolorantes, alisantes, anemia e faltas nutricionais de ferro.

 

  1. Há vários tratamentos possíveis contra a calvície?

    Verdade. Nos casos brandos pode-se tentar tratamentos feitos em casa, mas com acompanhamento clínico. São medicamentos tópicos ou ingeridos por via oral. O mais conhecido é o minoxidil, de uso local com ação sobre os receptores androgênicos do pelo, que ajuda a bloquear os derivados da testosterona. Também existe o tratamento a laser, que pode ser feito em casa ou em clínicas dermatológicas e o transplante capilar.

 

  1. Em geral, a calvície ocorre mais no topo da cabeça?

    Verdade. No caso da alopecia androgenética, a parte posterior é sempre poupada, pois não sofre a ação do hormônio masculino como no terço superior do couro cabeludo. Por isso que nas técnicas de transplante capilar os fios doadores são retirados desta área.

 

  1. Para se ter um cabelo saudável, e prevenir a calvície, é preciso ingerir proteína?

    Mito. O cabelo é pura proteína mas, infelizmente, o fato de se ingerir o nutriente não vai influenciar no transtorno. Se houver carência nutricional, a pessoa pode sofre, sim, com queda que é diferente de calvície. A SBEC recomenda a quem está sofrendo com queda a ter uma alimentação rica em proteína, pois o componente melhora a qualidade dos fios.

 

  1. Transplante de cabelo sempre deixa um aspecto artificial?

    Mito. Nos últimos anos, o procedimento é feito com técnicas modernas que trabalham fio a fio, o que deixa o resultado bastante natural.

 

  1. Nem todos os pacientes têm condições de se submeter ao transplante?

    Verdade. A pessoa precisa ter cabelo na região doadora, perto da nuca. Na cirurgia são feitos em média 1.500 a 3.000 microenxertos de unidades foliculares, especialmente na coroa e na região frontal.

 

  1. Lavar o cabelo todos os dias aumenta a queda?

    Mito. Quanto mais lavagem, menos oleosidade. O fio oleoso tende a se soltar mais fácil e, pior, levar os ‘vizinhos’ junto. A maioria dos carecas tem pele e couro cabeludo oleosos. O ideal, para proteger o couro cabeludo e os fios, é lavar dia sim, dia não. A higienização diária não detona a queda, apenas diminui a resistência capilar porque retira parte do manto hidrolipídico, minimizando a blindagem.

 

  1. É normal perder até 100 fios por dia?

    Parcialmente verdade. A troca de fios deve estar diretamente ligada à quantidade que a pessoa tem. Em média, se um sujeito possui 100 mil fios, seria aceitável uma perda de mais ou menos 100 fios diários. A idade também conta. Se na juventude este número pode facilmente atingir 150, com o passar do tempo é esperado que seja menor: entre 50 a 70, por exemplo. Também é importante lembrar que, em condições favoráveis, o volume que cai deve ser reposto, porque se o balanço for negativo, a falta de cabelo começará a incomodar.

 

  1. No outono os cabelos caem mais?

    Verdade. A explicação é que existem, na pele, sensores de luminosidade que recebem mais estímulos no verão, fazendo com que o cabelo cresça mais e caia menos nesta estação. Aí, com a chegada do outono, os fios que não caíram se desprendem, dando a impressão de uma queda mais intensa.

 

  1. A caspa favorece a queda de cabelo?

    Verdade. Como piora a condição do couro cabeludo, há o risco de que influencie na queda. A caspa é provocada por um fungo, o que significa que o couro cabeludo não está em perfeito estado. Também vale observar que a caspa, em geral, é um sintoma paralelo da queda. Isso porque cerca de 70% dos calvos têm dermatite seborreica, quer dizer, oleosidade e descamação no couro cabeludo.

 

  1. Vitaminas em excesso e anabolizantes causam queda de cabelo?

    Verdade. Esteróides originam a queda em pessoas geneticamente predispostas. De acordo com a SBEC, isso acontece principalmente se os anabolizantes contiverem uma quantidade muito grande de hormônios. As vitaminas, por sua vez, geram intoxicação e, consequentemente, perda capilar.

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