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Saiba mais sobre a queda de cabelo na gravidez e aprenda a solucionar o problema

23 de maio | 11:30

A gestação é um período de grandes alterações na vida e no organismo da mulher, que passa a se modificar para criar as condições adequadas para o desenvolvimento do bebê.  Entre tantas mudanças, a queda de cabelo na gravidez é fonte de grande preocupação.

Porém, é natural que o cabelo caia mais do que o normal, principalmente no começo da gestação, pois os fios ficam diferentes neste período. Enquanto algumas mulheres ficam com os cabelos mais grossos e saudáveis, outras sofrem com a elevação de progesterona, que pode deixar os fios mais secos e fracos, potencializando a queda.

Além do aumento da progesterona, a queda de cabelo na gravidez pode ser potencializada pela carência nutricional, excesso de oleosidade no cabelo ou ainda infecções no cabelo ou pele, como psoríase e dermatite.

Por isso, embora seja uma reação natural à grande quantidade de hormônios, é importante que a gestante informe sobre a queda de cabelo ao médico que cuida do pré-natal, pois ele poderá indicar um remédio ou tratamento adequado ao momento e às características do organismo de cada mulher.

Já após o nascimento do bebê, ocorre uma queda abrupta nos níveis hormonais e é por esta razão que novas mudanças podem ser percebidas pela mulher no pós-parto, sendo uma delas a aceleração da queda de cabelos. Isso ocorre porque neste momento muitos fios se encontram na fase telógena e muito mais fios caem nas novas mães.

Para evitar a queda de cabelo na gravidez e após o parto, a mulher pode adotar algumas medidas simples. Entre elas pode-se destacar evitar pentear os cabelos muitas vezes por dia, utilizar shampoos suaves e próprios para o tipo de cabelo, evitar prender o cabelo e não utilizar tintas ou outros produtos químicos no cabelo.

Além disso, outra técnica que tem mostrado sua eficiência é a modulação hormonal com progesterona bioidêntica. Mais do que melhorar o problema da queda, este tratamento ajuda na recuperação da mãe, evitando que os níveis hormonais tenham uma queda abrupta e causem mais impactos na mulher já fragilizada por este período.

Lembre-se que por ser um momento delicado é essencial que seja feito o acompanhamento médico que avaliará qual o tratamento adequado e qual a gravidade do problema.

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